15 fevereiro 2013

Radiodifusão

Apesar do avanço de novas mídias e da expansão do acesso à internet, o rádio continua sendo um dos principais veículos de informação dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), o rádio está presente em 88,1% dos domicílios do país, perdendo apenas para a televisão, que tem penetração de cerca de 97%.
O país tem aproximadamente 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento, incluindo emissoras comerciais AM e FM e rádios comunitárias. O número é mais que o dobro do registrado há dez anos, segundo dados do Ministério das Comunicações. 
O número de aparelhos de rádio convencionais passa de 200 milhões no Brasil, além de 23,9 milhões de receptores em automóveis e do acesso por aparelhos celulares, que somam cerca de 90 milhões. Isso sem falar no acesso às emissoras pela internet, por meio de computadores e smartphones. Aproximadamente 80% das emissoras do país já transmitem sua programação pela rede mundial de computadores.
O presidente da Abert, Daniel Slaviero, destaca que o rádio está se adaptando às novas tecnologias para disputar o mercado altamente competitivo da informação e do entretenimento. “Acreditamos no futuro do rádio, não como nossos pais e avós o conheceram, mas inovador, ágil, interativo e com a mesma importância social, eficiência comunicativa e proximidade com as comunidades e os ouvintes. Aos 90 anos, não há dúvida de que o rádio está em plena reinvenção”, avalia.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o rádio faz parte da cultura dos brasileiros e não perderá espaço porque está acompanhando a evolução do setor. “Neste momento especial de transformações tecnológicas e do aparecimento de outras mídias, o rádio segue firme no nosso dia a dia porque também se transformou. Hoje é comum, corriqueiro, ouvirmos a transmissão da programação também pela internet, direto das redações das emissoras”, diz. O ministro garante que o governo trabalha para dar à radiodifusão a flexibilidade e pujança necessárias para continuar a crescer.

13 fevereiro 2013

11 fevereiro 2013

09 fevereiro 2013

Pizzaria BR

A origem da expressão popular acabar em pizza deu-se pela crise palmeirense da década de 1950. Cartolas do clube paulista reuniram-se e discutiram por aproximadamente 14 horas seguidas. Após a longa discussão, todos, com muita fome, foram até uma pizzaria, beberam muito chope e pediram pizzas enormes. Após isto, a paz reinou absolutamente. O jornalista Milton Peruzzi, após o episódio, escreveu uma matéria cujo título era: “Crise do Palmeiras terminou em pizza. Desde então, o termo se popularizou.  Daí a expressão: “Acabar em pizza”, ou seja, julgamento de escândalos (geralmente políticos), sem nenhuma punição.

07 fevereiro 2013

05 fevereiro 2013

03 fevereiro 2013

Sem Teto

---- Declaração de Amor:
Se eu te der um (Estádio do Guarani), você seria a minha (Estádio do Bangu)?
Eu faria uma prece à (Estádio do Vasco) pra abençoar nosso namoro, nunca viveríamos (Estádio do Náutico), lutaríamos pela nossa (Estádio do América Mineiro) e poderíamos até morar no (Estádio do São Paulo) ou, se preferir, comprar uma casa à (Estádio do Internacional). Sabe o que nos separaria? (Estádio do Flamengo)
---- Tradução:
Se eu te der um Brinco de Ouro, você seria a minha Moça Bonita?
Eu faria uma prece à 
São Januário pra abençoar nosso namoro, nunca viveríamos Aflitos, lutaríamos pela nossa Independência e poderíamos até morar no Morumbi ou, se preferir, comprar uma casa à Beira Rio. Sabe o que nos separaria? Nada, porcaria nenhuma, coisa alguma, patavinas...

01 fevereiro 2013

Piada Velha

O sujeito recebe um bilhete anônimo dizendo que a sua mulher estava lhe botando os cornos.
Chega em casa esbravejando e grita com a mulher:
- Sua vagabunda! Eu sei de tudo!!
- Ah, é?! Sabe tudo, né? Então me diz: "Qual é a capital do Nepal?"
1

20 janeiro 2013

Mané Eterno

Completam-se neste domingo 30 anos do adeus a um dos maiores jogadores da história. Gênio e imprevisível, Mané Garrincha encantou o mundo com seus dribles desconcertantes e a maneira simples de encarar os oponentes, que eram chamados por ele de “João”. Porém, não foi capaz de enfrentar seu maior adversário: o alcoolismo. Assim, no dia 20 de janeiro de 1983, o ídolo do Botafogo e campeão das Copas do Mundo de 1958 e 1962 faleceu no Rio de Janeiro, com apenas 49 anos, por consequência de uma cirrose hepática.

17 janeiro 2013

15 janeiro 2013

Piada Velha

No tribunal, o juiz entrevista o casal que quer se divorciar:
- Por que é que o senhor quer o divórcio?
- Sua Excelência, a minha mulher é preguiçosa e péssima dona de casa. E além do mais, estou de saco cheio de chegar em casa e ver a nossa cama cheia de parasitas.
O juiz retruca:
- Isso não me parece ser motivo suficiente para o divórcio!
Virando-se para a mulher, o juiz pergunta:
- E a senhora, o que tem a dizer?
E ela:
- Senhor juiz, o meu marido é um ordinário! O senhor não ouviu como ele chamou os meus amigos?

13 janeiro 2013

Beque Esquisito

Vinte e poucos anos, mas pequeno como um triz. Magro como uma fresta. Fraco feito a gratidão. Mas queria ser beque.
O chute era murcho, como se dado debaixo d’água. A lentidão era a de uma fuga no sonho. Enxergava em braile. Mas queria porque queria.
Desestimulavam-no. Só que ele era teimoso, parecia um trauma. Ia aos treinos. Ficava ali no barranco, ao lado do técnico.
Que teve dó – “ele tem a bondade de um idiota”, dizia! – e o escalou no jogo do infantil contra o bairro vizinho. Jogo de festa. Não valia nada. E a molecada adversária deu um vareio: 10 a 0! Tudo, aos risos próprios e de todos, em cima do “beque esquisito”.
Mas ninguém falou nada com ele.
Que estava incomparavelmente feliz.
Porque felicidade não tem metáfora.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)