08 outubro 2013

Atração Fatal

COISAS QUE SE ATRAEM SEM ESFORÇO NENHUM:
Pobre e funk;
Olhos e bunda;
Mulher e vitrines;
Homem e cerveja;
Bebedeira e mulher feia;
Segundas-feiras e sono;
Chifre e dupla sertaneja;
Carro de bêbado e poste;
Político e dinheiro público;
Tampa de caneta e orelha;
Moeda e carteira de pobre;
Tornozelo e pedal de bicicleta;
Sextas-feiras e cervejaaaaaa...
Leite fervendo e fogão limpinho;
Dedinho do pé e ponta de móveis;
Camisa branca e molho de tomate;
Tampa de creme dental e ralo de pia;
Café preto e toalha branca na mesa;
Dezembro na TV Globo e Roberto Carlos;
Chuva e carro trancado com a chave dentro;
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico.

06 outubro 2013

Mulher Bola

Se a mulher fosse uma bola...
Aos 20 anos, seria uma bola de futebol e teria 22 homens atrás dela;
Aos 30 anos, seria uma bola de basquete e teria 10 homens atrás dela;
Aos 40 anos, seria uma bola de golf e teria 1 homem atrás dela;
Aos 50 anos, seria uma bola de ping-pong e teria 2 homens a empurrá-la de um para o outro;
Aos 60 anos, seria a bola preta de sinuca e teria todos os homens a evitar tocar nela, antes de tratarem de todas as outras.
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03 outubro 2013

O Grande Golpe

O mesmo assaltante que deu o golpe no Antonio’s não se emendou e tentou dar outro. Desta vez no Maracanã. Procurou saber quem era o tesoureiro e ficou esperando o homem da mala. Acabou o jogo e o homem da mala saiu pelo portão 16, sozinho e fumando um cigarro. Mole, mole: “Não se mexa, isso é um assalto”.
O tesoureiro olhou triste e respondeu: “Então o senhor está me devendo 696 cruzeiros, que é o que preciso pagar de despesa hoje”. O assaltante endureceu e mandou brasa: “Nada de papo furado. Eu quero o positivo”.
O tesoureiro meteu a mão no bolso, puxou um papel grande e foi dizendo ao assaltante: “Tem um lápis aí?”. O bandido respondeu que não, então o tesoureiro pediu ao guarda de trânsito que ia passando. Deu o lápis para o bandido e ditou: “Renda do jogo: 62.568,25. Escreveu?” – “Sim”.
“Então tome nota do resto. Mas vamos aqui para debaixo da luz que é melhor”. E foram os três mais um garoto daqueles que pedem dinheiro para voltar para casa. Enxotaram o garoto e continuaram o serviço: “Despesa: quadro móvel – 5.600; ingressos 341,00; luz 600 pratas”. Aí o bandido gritou: “Qual luz? Aquilo paga?” – “Paga sim e mete lá: bolas 190,00; taxa de 10%, 5.573,80; Escoteiros, 557,30″. O bandido pulou de novo: “Que escoteiros? Isto é golpe!”.
O tesoureiro explicou que era uma lei e até se lembrou do número e prosseguiu: Fugap, 1.114.66. Novo berro: “Esta não! Os clubes não descontam para INPS? Que negócio é este? Eu também desconto”. O tesoureiro explicou a outra lei e foi em frente: “CBD, 3.128,41; Federação Carioca, 3.128,41″. O bandido era inflexível e chiou: “Este número já entrou aqui agora pouco. Para cima de mim, não!”. O guarda que estava prestando atenção explicou: “Estes são outros 3.128,41″. O tesoureiro ajeitou os óculos e prosseguiu: “Juiz, bandeirinhas e intérprete, 1.800,00″.
O assaltante já ia puxando a arma, mas o tesoureiro explicou: “Intérprete é rubrica, compreendeste? Só se paga em jogo internacional e contra times de São Paulo”. O bandido fez sinal de entendimento e o tesoureiro deu a última despesa: cota do Cruzeiro 18.089,00 e cota do América, 12.904,00. O bandido ficou meio triste, mas disse: “Vai lá, manda pra cá isso mesmo”. O tesoureiro não se alterou e puxou outro papel do bolso com uma porção de assinaturas. Resumindo, lá estava: vinte e um bichos a 600,00 cada, são 12.000,08. Despesas de transporte, 1.000,00. “Eu dei um vale de 698,00 para o homem que ficou de passar lá amanhã. Tens algum aí? Lá no clube não tem nada”.
Como não havia mais trânsito o guarda foi embora, o tesoureiro também e o bandido deu no pé.
(Texto do jornalista João Saldanha 1917-1990)

01 outubro 2013

Futebol no Além

Uma gigantesca dúvida assola a humanidade: existirá futebol depois da morte? Tá bom, uma parte da humanidade. A minoria, ok. Como? Vocês nunca nem pensaram nisso?
Então tá. Uma gigantesca dúvida me assola (eu sou parte da humanidade, e tenho direito a minhas dúvidas gigantescas): haverá futebol no céu? No purgatório? No inferno?
Eu suponho que sim. Afinal, o que haveria de melhor para se fazer para passar a eternidade?
Sabemos – tá bom, só eu sei – que há coisas na outra vida para ocupar o tempo e justificar os três estágios.
Alguns exemplos.
No céu, tocar lira, soprar trombetas e ver o blue-ray da história da criação. No purgatório, assistir a stock car, ler códigos de leis e processos e debater filmes de arte. E no inferno – Deus me livre de eu ir lá! -, participar de planejamento estratégico situacional.
Mas só isso não justifica a aventura humana. Nascer, crescer, lutar, trabalhar, amar, sofrer, reproduzir-se e morrer, gerações e gerações, edificando a obra de Deus na Terra somente para isso?
Nananina.
Alguma recompensa há de haver. Sexo está descartado. No céu, porque é pecado. Nos outros dois, porque é prazer.
Então, só pode ser futebol. Assistir, jogar, discutir, inventar, lembrar, sofrer – enfim, o futebol tal e qual.
No céu, com certeza, devem ficar os grandes craques, as peladas, os teipes antigos, as mentiras sobre o que já fizemos e vimos outros fazerem, as goleadas e um telão passando “Pelé Eterno” sem parar.
No purgatório, as bolas na trave, os jogos roubados, os pay-per-view, os cabeças de área, os chiados no rádio, as mesas-redondas e um telão com palestras intermináveis de técnicos acerca de táticas de jogo.
Já no inferno estarão os juízes, as torcidas organizadas, os cartolas, os zero-a-zeros, as vuvuzelas e um telão passando infinitamente Itália 3 x 2 Brasil da Copa da Espanha.
Mas, claro, pode ser que não haja nada disso. Nem futebol, nem anjos, nem filmes iranianos (ufa!) e nem (viva!) janela de oportunidade, missão, visão e power point.
Ou seja. Nada.
Em outras palavras, pode ser que não haja vida após a morte, que é uma pergunta que assola algumas pessoas. Hein? Muitas? Tá bom, muitas pessoas. Mais que muitas? Todas? A humanidade inteira? Ah, não. Aí é exagero.
Eu, pelo menos (ou seja, restaria somente a humanidade menos um), não estou nem aí pra isso.
O que importa pra mim é saber se vai ter futebol.
Vocês que percam seu tempo com essas bobagens.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)

24 setembro 2013

O Outono de Gabiru

Todo mundo o conhece como Gabiru. Ou Adriano Gabiru.
Pois bem…
Quando ele nasceu, um anjo torto – que pode ter sido Garrincha ou Nelson Rodrigues – soprou-lhe ao ouvido: “Vai, Carlos, vai ser gauche na vida”.
Carlos Adriano de Souza Vieira, nasceu em Maceió, nas Alagoas, a terra dos marechais.
Pobre, sem estudo, sonhou com o futebol. Começou pelo CSA, o Centro Sportivo Alagoano, e conquistou um estadual.
Depois foi pro Furacão, onde ganhou quatro estaduais e o Brasileirão de 2001, o maior da história do rubro-negro paranaense.
Foi um dos destaques do título nacional do clube paranaense. Chegou à seleção olímpica e à principal.
No campeão brasileiro de 2001, Adriano era nome certo na escalação, junto com Kléber, Kleberson e Alex Mineiro. Depois, apelidaram-no Gabiru.
Que apelido! Gabiru significa rato, rato pequeno – e preto. Também é sinônimo de coisa miúda, fraca, sem vida.
Mas ele – com sua humildade – não se importou, não viu maldade; antes, ao contrário, enxergou carinho dos colegas no apelido.
E lá foi ele – ser ‘gauche’ na vida – como talvez quisessem Garrincha, o anjo das pernas tortas, e Nelson, o anjo pornográfico.
O destro gauche, um Carlos que era Adriano, que virou Gabiru.
Depois do título nacional, depois da seleção e depois do apelido, ele nunca mais jogou como antes, nunca mais foi o mesmo de 2001.
O gauche “mineirou” – indo para o Cruzeiro de Belo Horizonte. Depois “gauchou”, mudando para o Inter de Porto Alegre.
A esta altura do campeonato já rodara por Oropas, França e Bahia, como poetava outro Carlos, o Drummond.
Naquele 2006, lá nos Pampas, já estava para ser dispensado – por deficiência técnica, diga-se. A torcida colorada não o queria nem no banco de reservas.
Então veio o Mundial de Clubes da Fifa. O Inter chegara à decisão contra o poderoso e favoritíssimo Barcelona, em Yokohama, no Japão.
O zero-a-zero já se encaminhava para os pênaltis, quando o anjo Nelson soprou no ouvido do técnico Abel:
- Põe o Gabiru.
O renegado entrou – e justo no lugar de Fernandão, que era o craque, aquele que poderia ser o herói de um sonho quase impossível.
Com a substituição, Abel virou “burro”, “imbecil” e “idiota” para os torcedores colorados, os que estavam no Japão e os diante da televisão.
Recorrendo a Gabiru, o Inter venceria o poderosíssimo Barcelona de Puyol, Xavi, Iniesta e Ronaldinho?
Quis o destino, ou melhor, quis o Sobrenatural de Almeida que sim – ele baixou em campo no corpo de Gabiru.
No Inter de Falcão, e Figueroa, e Carlitos, e Bodinho, e Dunga, e Dadá, e Lula…
No Inter “campeão de tudo”, o gol mais glorioso, o gol mais importante de todos os tempos foi feito por ele, o renegado Gabiru.
Naquele Natal de 2006, ele foi o Papai Noel dos colorados. Meio Rio Grande do Sul ajoelhava-se aos seus pés para lhe pedir perdão.
- Perdão, Gabiru! – cantava toda a torcida do Inter, a plenos pulmões.
O que a alegria da vitória – a maior vitória – não é capaz de fazer, não é? O feio fica lindo, o ruim fica ótimo, um rato vira rei. Na maior das vitórias é assim.
Mas a alegria da vitória, mesmo a maior das vitórias, dura alguns dias. Depois, o que fica é um pôster pendurado na parede de quarto.
Dias depois, novo campeonato, novas histórias, novos heróis – os possíveis e os impossíveis. E novos vilões também.
Quatro meses depois, quando ainda era viva a imagem do título mundial, o Inter dispensava Gabiru.
A empresa, assim, dispensava o empregado que deu o maior lucro de sua história, o topo do futebol mundial.
Triste ironia desse mundo cruel que é o futebol.
De novo nômade, rodou pela bola do mundo: Figueirense, Goiás, Guarani, Mixto (MT), Corinthians do Paraná, CSA de novo, Guarani de Bagé…
Até que, neste domingo, início de primavera, lemos a notícia no UOL: “Herói do título mundial do Inter joga no futebol amador”.
A notícia informava que, desde junho, aquele que um dia foi o Rei de Yokohama está jogando no Combate Barreirinha, um time amador do subúrbio de Curitiba, no Paraná.
“Recebi essa proposta, acabei aceitando, pra não ficar parado”, disse ele, com a humildade de sempre.
É triste, nesse domingo de primavera, ler a notícia do outono de Gabiru.
Naquele Natal de 2006, Gabiru foi o Papai Noel dos colorados. Meio Rio Grande do Sul, ajoelhado aos seus pés santificados, agora lhe pedia perdão.
O que a alegria da vitória – a maior vitória – não faz? O feio fica lindo, o ruim fica ótimo, um rato vira rei.
Mas a alegria da vitória dura pouco. Fica lá na foto, no pôster  pendurado na parede de quarto.
No mês seguinte, outro campeonato, outra história, outros heróis.
(Texto do jornalista baiano Marcelo Torres)

22 setembro 2013

Cartão Postal

Xxxx Cartão Postal
Xxxx (Olodum)

Pelourinho não é mais é
Pelourinho não é mais não
Pelourinho não é mais sim

Pelourinho não é mais aquele
Olha a cara dele

Você não fica a toa
Tem muita gente boa

Aqui tudo mudou
São quinze anos que brilhou

Olodum Filhos do Sol
Reluz e seduz o meu amor

Negros conscientizados
Cantam e tocam no Pelô

Pelourinho primeiro mundo
Cartão postal de Salvador

Ê, passa lá
Passa lá
Passa lá que eu vou
Ê, passa lá
Passa lá
Passa lá no Pelô
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18 setembro 2013

Médico Português

Médico português, 1ª vítima do Programa Mais Médicos.
Dr. Manoel, médico português, após sua primeira consulta no Brasil, está impossibilitado de falar, andar e outras coisas mais... 
De acordo com testemunhas que estavam no Posto de Saúde do Alto José do Pinho, no bairro de Casa Amarela, Recife, tudo começou por culpa do próprio Dr. Manoel. 
Abaixo, segue o relato da ocorrência em seu primeiro dia de trabalho:
A primeira paciente,  uma Jovem Mulher acompanhando seu filho de cinco anos.
Dr. Manoel quer saber:
- Rapariga, quem está doente, você ou este Puto?
Indignada, a mulher responde: 
- Rapariga é a puta que te pariu e meu filho não é puto, seu portuga viado!
O Dr.Manoel, assustado com a reação da paciente, fala:
- Pois, pois, então, vá para trás desta "Bicha" (apontando para "Zé Tripé", um Negão de 2 metros de altura por 1,5m de largura, último da fila no corredor) que vamos lhe aplicar uma "Pica", para rapariga se acalmar!
Isso foi o suficiente...
Daí pra frente, Dr. Manoel perdeu as duas bolas e a memória, depois do "atendimento" feito por Waldisney, marido da rapariga e pai do puto.
Para os que não sabem, em Portugal:
"Rapariga" é uma Jovem Mulher!
"Puto" é Menino!
"Bicha" é Fila
"Pica" é injeção!

15 setembro 2013

Sapo Espacial

Durante o lançamento de uma capsula robótica que orbitará na Lua, a Nasa divulgou a foto de um sapointrometido” que se tornou sensação ao aparecer por acidente em uma das fotos da decolagem, ao ser arremessado pela força do foguete.

12 setembro 2013

O Barbudo

Depois de uma viagem de 40 dias o japonês finalmente chegou em Cuba. Faminto, começou a admirar um restaurante no que um velho gordo e barbudo entrou e se sentou. Começou a comer, repetiu umas cinco vezes quando chega o garçom e diz:
- La cuenta.
E o barbudo responde mexendo na sua grande barba:
- Polícia de Fidel.
E prontamente o garçom responde:
- No, no, no! No se preocupe, por conta de la casa!
O barbudo se retira e logo em seguida entra outro barbudão e a história se repete. O garçom:
- La cuenta.
E o barbudo, mexendo na barba:
- Polícia de Fidel.
E o garçom:
- Por conta de la casa, no se preocupe!
O japonês, observando tudo decide entrar no restaurante.
Ele come feito um porco, repete várias vezes e chega o garçom com a conta:
- La cuenta.
O japa mexendo no queixo, sem barba nenhuma, diz:
- Polícia de Fidel.
O garçom, intrigado pergunta:
- Mas cadê la barba?
O japa se levanta e responde abaixando as calças:
- Polícia secreta!

10 setembro 2013

Lei Seca

Em 1920, procurando resolver (ou pelo menos aliviar) os problemas de violência e pobreza que cresciam assombrosamente nos Estados Unidos, o governo ouviu o clamor de várias campanhas religiosas e se convenceu de que proibir o uso de bebidas alcoólicas seria a solução.
Nascia então a 18ª emenda da Constituição Americana, proibindo a fabricação, transporte e comercialização de bebidas alcoólicas em todo o país.
De início, a população apoiou e realmente acreditou que essa medida seria um grande passo para a melhora do país. 
No entanto, com o passar do tempo, milhões de pessoas já não se importavam mais para a proibição e a preocupação agora era como burlar a fiscalização para poder beber um whisky em paz.
Foi o estopim para os mafiosos.
A máfia tirou seu foco da prostituição e do jogo, se dedicando ao ramo de bebidas.
Os gângsteres lucravam atendendo toda a demanda de pessoas que procuravam por bebida alcoólica.
Destaque para mafiosos como Joseph Bonanno (Inspiração de “O Poderoso Chefão”), Dean O’Banion, Johnny Torrio e o mais famoso de todos, Al Capone.
Os anos se passavam e o governo notava que o índice de criminalidade aumentava cada vez mais. Definitivamente, a proibição não era a solução.
Após a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929, uma crise financeira assolou os Estados Unidos.
O governo chegou à conclusão de que revogar a proibição estimularia o comércio de bebidas, criando novos empregos e aumentando a arrecadação de impostos.
Finalmente, em 1933, Franklin Roosevelt conseguiu que o Congresso revogasse a emenda de proibição da bebida alcoólica.
Na imagem abaixo, datada de 1924, homens se preparam para destruir uma torre com dezenas de barris de bebidas alcoólicas, devido à Lei Seca que ainda vigorava.

08 setembro 2013

Livro Gigante

Maior livro de fotografias do mundo é exibido na Alemanha.
O volume, com mais de 5 m de altura, possui mais de 20 mil fotos.
A obra será exposta em Berlim até o dia 11 de setembro.
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Não Me Decepcione
(Don't Let Me Down)

Não me decepcione, não me decepcione
Não me decepcione, não me decepcione

Ninguém nunca me amou como ela me ama
Oooh ela me ama... sim ela me ama
E se alguém me amasse como ela me ama
Sim ela me ama, sim ela me ama

Não me decepcione, não me decepcione
Não me decepcione, não me decepcione

Estou amando pela primeira vez
Sabia que vai durar?
É um amor que dura para sempre
É um amor que não tem passado

Não me decepcione, não me decepcione
Não me decepcione, não me decepcione

E na primeira vez que ela fez-me
Oooh ela fez-me, ela fez-me bem
Acho que ninguém tinha realmente me feito bem
Ela me fez... ela me fez tão bem

Não me decepcione, não me decepcione
Não me decepcione, não me decepcione

05 setembro 2013

Jacaré Gigante

Na busca pelo título de recordista, Beth Trammell não hesitou em pedir a ajuda de cinco adversários para retirar de um lago no estado do Mississippi, nos Estados Unidos, o jacaré gigante que havia capturado.
A mulher participava de uma temporada de caça promovida na região pelo Mississippi Department of Wildlife, Fisheries, and Parks, o departamento local responsável pela vida selvagem, pesca e parques. 
A americana havia capturado um jacaré com peso e tamanho recordes. O animal de quatro metros de
comprimento e 327 quilos exigiu mais de 90 minutos de trabalho da equipe liderada por Beth. 
No mesmo lago, enquanto o grupo de caçadores tentava deter o bicho encontrado por Beth, outro gigante foi capturado. Dustin Bockman foi o responsável pela caça de mais um jacaré com quatro metros de comprimento e 329 quilos
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