Uma casa construída de
cabeça para baixo em Trassenheide, na Alemanha,
virou ponto turístico na cidade, atraindo centenas de visitantes. Os móveis da
residência, que foi construída por dois poloneses, também estão em posição
invertida.
09 novembro 2013
07 novembro 2013
Mega-Sena
Maiores
Prêmios da Mega Sena: (Cidade
do Ganhador)
01) 1220 R$ 119,1 milhões (10/2010; Fontoura Xavier-RS)
02) 1455 R$ 081,5 milhões (12/2012; Aparecida de Goiânia-GO)
03) 1455 R$ 081,5 milhões (12/2012; Franca-SP)
04) 1455 R$ 081,5 milhões (12/2012; São Paulo-SP)
05) 1545 R$ 080,4 milhões (11/2013; Mauá-SP)
06) 1295
R$ 073,4 milhões (06/2011; Santo André-SP)
07) 1140 R$ 072,4 milhões (12/2009; Brasília-DF)
08) 1140 R$ 072,4 milhões (12/2009; Stª Rita do Passa Quatro-SP)
09) 0188
R$ 064,9 milhões (10/1999; Salvador-BA)
10) 1315 R$ 063,9 milhões (08/2011; Aracaju-SE)
11) 1094 R$ 055,8 milhões (07/2009; Rio de Janeiro-RJ)
12) 0832 R$ 052,8 milhões (01/2007; Goiânia-GO)
13) 0679 R$ 051,8 milhões (07/2005; Rio de Janeiro-RJ)
14) 0191 R$ 050,9 milhões (10/1999; Campo Grande-MS)
1
05 novembro 2013
A Primeira Vez
Eu tinha uns
13 anos. Quando eu tinha 13, acredite, não tinha internet e nós não sabíamos
tudo sobre sexo ainda.
Um peitinho era título de Copa do Brasil. Mais do que
isso, vamos a Tóquio!
Eu era
virgem. Nunca tinha conseguido nem ver a porra de um filme pornô. Até que meus
pais se separaram. Para minha sorte o primeiro interessado no passe da véia foi
um dono de locadora.
O cara, nada bobo, quis ganhar os filhos dela.
Começou me emprestando fita de futebol. “Isto é Pele”, “Garrincha alegria
do povo”, etc.
Até que um
dia deixou uma caixa preta junto do filme do Maradona.
Minha mãe saiu, eu coloquei a fita no vídeo cassete e
me preparei para a primeira vez. Estava tenso, era épico! Eu ia VER uma
chapuletada em movimento. Até então, só em revista, só foto.
E então o
filme começa.
Entra uma moça em casa, olha pro marido e diz:
- Você comprou essa calça?
- Sim. Gostou?
- Não. Eu odeio poliester!
- Sim. Gostou?
- Não. Eu odeio poliester!
E em seguida
ela cai de boca.
Levei uma semana imaginando que eu precisava de uma
roupa de poliester urgente! Era fácil demais!
Até que veio
outro filme. Neste, uma mulher levava seu carro ao borracheiro porque o pneu
havia furado.
Ela entra, estaciona, o cara aparece todo fodido e
sujo e diz: “Posso ajudar?”.
- Meu pneu
tem problemas. Preciso troca-lo.
- Claro. E como pretende pagar?
- Claro. E como pretende pagar?
Uhu! Peitocas ao vento, lá vem paulada!
Mas… como
assim? É fácil assim? Posso então ser borracheiro ou ter uma calça de
poliester e tá tudo certo?
Estava.
Até que
minha mãe chegou. Atrasada, irritada.
- Que foi,
mãe?
- Nada. O pneu furou, tive que parar no borracheiro…
- Nada. O pneu furou, tive que parar no borracheiro…
Ca-ra-ca…!!!
Minha
infância nunca mais foi a mesma. Levei uns 2 meses pra entender que os
borracheiros de verdade cobravam em dinheiro.
Ufa.
(Texto de Rica Perrone)
03 novembro 2013
Duradoura e Prazerosa
O
presidente da empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a
mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer. Na dúvida,
ligou para o diretor geral e perguntou-lhe o que ele achava.
O diretor ligou pro vice-diretor e fez a mesma
pergunta. Este ligou pro gerente geral e fez a mesma pergunta.
E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao setor jurídico e o advogado chefe perguntou, como de praxe, pro estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o presidente da empresa transa com a mulher dele é trabalho ou prazer?
- É prazer, doutor!!! - respondeu o estagiário prontamente e com segurança.
- Ué, como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
- É que, se fosse trabalho, já tinham mandado eu fazer!
E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao setor jurídico e o advogado chefe perguntou, como de praxe, pro estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o presidente da empresa transa com a mulher dele é trabalho ou prazer?
- É prazer, doutor!!! - respondeu o estagiário prontamente e com segurança.
- Ué, como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
- É que, se fosse trabalho, já tinham mandado eu fazer!
01 novembro 2013
Gulfstream G650
O Gulfstream G650, conhecido como o jato particular mais rápido do mundo, estabeleceu um novo recorde ao dar uma volta ao mundo em 41 horas e 7 minutos. A marca para a sua classe de aeronaves foi certificada pela Federação Internacional de Aeronáutica (NAA) em setembro.
A viagem começou em 1º de julho em San Diego, na Califórnia (EUA). A tripulação de cinco pilotos e um observador da NAA chegou sem escalas à ilha de Guam, na Micronésia, em 10 horas e 29 minutos. A segunda “perna”, de Guam a Dubai, levou 10 horas, e a terceira 8 horas e 52 minutos, aterrissando em Cabo Verde.
A última parte, até San Diego novamente, demorou 10 horas e 10 minutos. O jato percorreu os 37.614 quilômetros com uma média de 915 km/h e apenas cerca de 1 hora e 30 minutos parados para abastecimento durante todo o percurso.
O G650 esteve no Brasil recentemente para a 10ª edição da Labace, em agosto. A aeronave tem velocidade máxima operacional de cruzeiro de 982 km/h (0.925 Mach) e é capaz de levar oito passageiros e tripulação de quatro pessoas em um trajeto sem escalas de até 12.964 km - de Londres a Buenos Aires, por exemplo.
22 outubro 2013
Abstêmia
Diálogo entre homem que bebe e mulher abstêmia:
Mulher: você bebe?
Homem: sim!
M: quanto por dia?
H: três doses de uísque.
M: quanto paga pela dose de uísque?
H: cerca de R$10,00.
M: há quanto tempo você bebe?
H: 20 anos.
M: uma dose de uísque custa R$ 10,00 e você bebe 3 por dia = R$ 900,00 por mês = R$ 10.800,00 por ano, certo?
H: correto.
M: se em um ano você gasta R$ 10.800,00, sem contar a inflação, em 20 anos você gastou R$ 216.000,00, certo?
H: certo.
M: você sabia que com esse dinheiro aplicado, e corrigido com juros compostos durante 20 anos, você poderia comprar uma Ferrari?
H: você bebe?
M: não!
H: Então, cadê a porra da sua Ferrari?!
Mulher: você bebe?
Homem: sim!
M: quanto por dia?
H: três doses de uísque.
M: quanto paga pela dose de uísque?
H: cerca de R$10,00.
M: há quanto tempo você bebe?
H: 20 anos.
M: uma dose de uísque custa R$ 10,00 e você bebe 3 por dia = R$ 900,00 por mês = R$ 10.800,00 por ano, certo?
H: correto.
M: se em um ano você gasta R$ 10.800,00, sem contar a inflação, em 20 anos você gastou R$ 216.000,00, certo?
H: certo.
M: você sabia que com esse dinheiro aplicado, e corrigido com juros compostos durante 20 anos, você poderia comprar uma Ferrari?
H: você bebe?
M: não!
H: Então, cadê a porra da sua Ferrari?!
20 outubro 2013
Garrinchinha
Um novo candidato a craque, que tem nas
veias o sangue de Mané Garrincha, já desponta nos campos de terra batida de Pau
Grande, em Magé, na Baixada Fluminense. Bisneto do camisa 7 do Fogão, que
completaria nesta sexta-feira 80 anos se estivesse vivo, Gustavo Andrade Santos da Cunha, de 11 anos, não tem as pernas tortas como as do bisavô. Mas é
habilidoso e gosta de jogar no meio de campo ou no ataque.
Canhoto, o garoto treina em uma
escolinha do colégio onde cursa o 5º ano do ensino fundamental, em Magé.
O seu sonho é o de tentar a sorte no
clube que projetou seu bisavô para o mundo.
“Queria ter a chance de ir um dia
treinar no Botafogo e conhecer os jogadores. Gosto muito do Seedorf. Sou
Botafogo mesmo por causa do meu bisavô”, revelou Gustavo.
Gustavo nunca foi ao Maracanã, mas já
teve chance de ver o Botafogo no Engenhão, em 2010. Naquela oportunidade, o
resultado não foi bom para o alvinegro.
“Naquele dia, o nosso time perdeu.
Mesmo assim, continuei torcendo pelo Botafogo” revelou o garoto.
Gustavo sabe que as comparações com o
bisavô serão inevitáveis:
“Ser igual ao meu bisavô é muito
difícil”.
17 outubro 2013
Ela Não Presta
Marcelo era
um garoto comum. Sonhador, estudante, trabalhador e cheio de vida. Um dia
encontrou seu amigo Pedro, que estava ao lado de duas belas mulheres e os
apresentou.
- Marcelo, esta é a Adriana. Adriana, este é o
Marcelo.
E trocando
olhares, fazendo daquele minuto um julgamento definitivo de tudo que precisava
saber para se declarar apaixonado, Marcelo decidiu que queria passar a vida com
aquela moça.
Precipitado, quase idiota. Mas perfeitamente normal,
pois assim surgem 99% das mais belas paixões já contadas.
Marcelo
então passa a procurar Pedro para que, através dele, possa rever sua amada. E
consegue.
Pedro combina pizza, chopp, os aproxima. Marcelo se
apaixona de vez. Ela sempre linda, cheirosa, arrumada. Ele, bobo, só olha e diz
“amém”.
Até que um
dia, pronto para vê-la, a caminho, Pedro diz a Marcelo que Adriana tem um
passado não tão bom. Pedro releva, não se importa. Se diz moderno pra aceitar.
Na volta de mais um chopp, Pedro dá indiretas para
insinuar ao amigo que Adriana tem mau hálito. Ele, que ainda não a beijou, ouve
pensativo.
Na mesma
semana o amigo passa a tratá-lo um pouco diferente. Distante, quase num ar
superior. Pedro se pergunta se é “ciúmes”, mas não. Não tem porque se o próprio
Pedro tanto a desmerece.
E os dias passam, Pedro consegue apenas conhece-la,
mas é intocável. Distante, quase impossível pra ele.
E então, a
admiração aumenta. Cria-se um mito. E desde mito, uma doentia relação de paixão
e ódio que sustenta aquela relação platônica.
Adriana não o ignora. Nem dá trela. O cativa, joga o
cabelo, mas passa reto.
Pedro então
envia um e-mail para Marcelo e diz que na verdade não queria relatar, mas a
moça é de família ruim. E seu trabalho não é lá dos mais honestos.
Marcelo custa a crer. E não crê. Não porque não quer,
mas porque não pode. O que construiu em sua mente é forte demais para se
destruir em palavras, boatos, insinuações.
Pedro
insiste. Mostra fotos, comprova que a moça além de tudo é alcoólatra. Sim, bebe
na madrugada e cai na rua. E então, ele chora.
Mas se motiva a recuperá-la desta vida. E uma nova
obsessão o possui e aumenta ainda mais aquela paixão platônica.
Insistente,
quase cruel, Pedro faz um levantamento de sua vida e apresenta ao amigo. Lá
está sua infância, seus podres, defeitos, amizades ruins e até mesmo doenças
que já teve.
Marcelo luta, mas lê o “dossiê” do “amigo”. E ao
final, surpreendendo novamente, ignora tudo que de ruim acaba de ler e diz:
“Ela já passou por tudo isso! Merece ser feliz. Eu vou fazê-la feliz!”.
Pedro quase
desiste. Mas seu recalque em não ter tido Adriana o atormenta demais. E
inconscientemente, faz uma fama ruim da moça por toda cidade.
Marcelo se afasta. Adriana se prostitui porque não
encontrou ninguém que a amava de verdade. Enquanto Pedro, diante da moça
sentada na sarjeta segurando uma bolsinha e ofertando o corpo a míseros 100
reais, diz ao amigo: “Eu avisei”.
Marcelo
acredita. Tolo, agradece ao “amigo” e se afasta. Pedro se aproxima de Adriana,
oferece apenas 80 reais, e finalmente dorme com ela.
Pedro é jornalista esportivo. Marcelo, torcedor.
Adriana caiu pra Série B.
(Texto de Rica Perrone)
15 outubro 2013
Garoto Inteligente
A professora está
tendo dificuldades com um dos alunos...
- Pedro, qual é o problema?
- Eu sou muito inteligente pra estar no primeiro ano. Quero ir pro terceiro ano!
A professora recorre ao diretor e explica o caso. Pedro fica na ante-sala. O diretor diz que vai fazer um teste e se o menino passar, ele vai para o terceiro ano.
Pedro entra na sala, diretor e professora explicam que ele passará por um teste e ele aceita:
- Pedro, quanto é 3 x 3?
- Nove.
- Quanto é 6 x 6?
- Trinta e seis.
A bateria de perguntas continua e o menino não erra nenhuma. Ao final, o diretor diz a professora que vai transferir Pedro pra terceira série. A professora diz que antes também quer fazer algumas perguntas:
- Pedro, o que a vaca tem quatro, e eu só tenho duas?
- Pernas.
- O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?
O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...
- Bolsos.
- O que é que entra na frente da mulher, que no homem só entra atrás.
O diretor está quase tendo um treco... Olha pros dois e prende a respiração...
- A letra M, fessora.
O diretor respira aliviado e diz à professora:
- Vou colocar esse menino no quarto ano! Eu mesmo teria errado as três últimas perguntas!
- Eu sou muito inteligente pra estar no primeiro ano. Quero ir pro terceiro ano!
A professora recorre ao diretor e explica o caso. Pedro fica na ante-sala. O diretor diz que vai fazer um teste e se o menino passar, ele vai para o terceiro ano.
Pedro entra na sala, diretor e professora explicam que ele passará por um teste e ele aceita:
- Pedro, quanto é 3 x 3?
- Nove.
- Quanto é 6 x 6?
- Trinta e seis.
A bateria de perguntas continua e o menino não erra nenhuma. Ao final, o diretor diz a professora que vai transferir Pedro pra terceira série. A professora diz que antes também quer fazer algumas perguntas:
- Pedro, o que a vaca tem quatro, e eu só tenho duas?
- Pernas.
- O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?
O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...
- Bolsos.
- O que é que entra na frente da mulher, que no homem só entra atrás.
O diretor está quase tendo um treco... Olha pros dois e prende a respiração...
- A letra M, fessora.
O diretor respira aliviado e diz à professora:
- Vou colocar esse menino no quarto ano! Eu mesmo teria errado as três últimas perguntas!
13 outubro 2013
Cadela no Cio
Uma garotinha perguntou:
- Mamãe, posso
levar nossa cachorrinha para andar em volta do quarteirão?
A mãe respondeu:
- Não, porque ela está no cio.
- O que é isso? - Perguntou a menininha.
- Vá perguntar a seu pai, ele está na garagem.
A garotinha foi até à garagem e disse:
- Paizinho, posso levar a Lula Belle para uma volta no quarteirão? Eu pedi à mamãe, mas ela disse que a cachorrinha está no cio, então eu vim falar com você.
O pai disse:
- Traga a Lula Belle aqui.
Ele pegou uma estopa, embebeu-a em gasolina e esfregou nas costas da cachorrinha a fim de disfarçar o cheiro, e disse:
- Tudo bem, pode ir, mas mantenha Lula Belle na coleira e só dê uma volta em torno do quarteirão.
A garotinha saiu e voltou poucos minutos depois sem a cachorrinha na coleira.
Surpreso, papai perguntou:
- Onde está a Lula Belle?
A garotinha respondeu:
- Acabou a gasolina dela na metade do quarteirão, por isso tem um cachorro empurrando ela até nossa casa.
A mãe respondeu:
- Não, porque ela está no cio.
- O que é isso? - Perguntou a menininha.
- Vá perguntar a seu pai, ele está na garagem.
A garotinha foi até à garagem e disse:
- Paizinho, posso levar a Lula Belle para uma volta no quarteirão? Eu pedi à mamãe, mas ela disse que a cachorrinha está no cio, então eu vim falar com você.
O pai disse:
- Traga a Lula Belle aqui.
Ele pegou uma estopa, embebeu-a em gasolina e esfregou nas costas da cachorrinha a fim de disfarçar o cheiro, e disse:
- Tudo bem, pode ir, mas mantenha Lula Belle na coleira e só dê uma volta em torno do quarteirão.
A garotinha saiu e voltou poucos minutos depois sem a cachorrinha na coleira.
Surpreso, papai perguntou:
- Onde está a Lula Belle?
A garotinha respondeu:
- Acabou a gasolina dela na metade do quarteirão, por isso tem um cachorro empurrando ela até nossa casa.
10 outubro 2013
Futebol e Educação
Nasci e me criei no futebol.
Quando eu era
menino, qualquer coisa no chão ao meu redor que pudesse ser chutada eu chutava:
latas, tampinhas de garrafa, laranjas, pedaços de bola de borracha, e até
bolas.
As de capotão, mais caras, eu raramente chutava, porque
ninguém da minha turma as tinha. Para os joguinhos a gente usava bolas de
borracha ou de meia, que a gente fazia em casa.
Cresci achando
que o futebol era meu, o que quer dizer que eu e todos os meus amigos achávamos
que aquilo era uma coisa que nos pertencia.
E tínhamos razão, porque somos os donos de todas as coisas
da nossa cultura.
É por isso que
somos brasileiros, e é por isso que em outros lugares outras pessoas são
inglesas ou argelinas.
Somos o que somos porque vemos e jogamos futebol, porque
comemos certas comidas, porque praticamos certas religiões, ouvimos nossas
músicas, dançamos nossas danças e falamos nossa língua.
Foram os
carnavais e as peladas na rua que nos fizeram brasileiros.
Por isso o futebol é nosso, é forte, é poderoso, está em
nossas entranhas e mobiliza nossas paixões.
Quando me
envolvo no futebol, assim como quando me envolvo no samba ou na feijoada, me
emociono, me apaixono, fico à flor da pele, e fica fácil mexer comigo, me
alterar, me emocionar.
E aquele povo que só pensa em dinheiro, os tais agentes do
mercado, percebendo isso, resolveu se apoderar do futebol para fazer dele um
grande negócio, já que se apoderando do futebol pode mexer com minha paixão e
me convencer a comprar as coisas que eles têm para vender.
Chegam ao ponto
de me vender o próprio futebol que já é meu.
E depois vendem todas as quinquilharias de que eu nem
preciso, mas que acabam me convencendo que preciso.
E porque o
futebol é meu eu acho que devo defendê-lo dos vendilhões do templo.
Mas eu também aprendi que esses vendilhões não são bobos e
não vão entregar com facilidade sua galinha dos ovos de ouro.
Eu e meus amigos
donos do futebol teremos que trabalhar duro.
Sabemos o caminho para defender nosso futebol e nossa
cultura: é a educação.
A educação é o caminho
de emancipação de um povo.
É a educação bem feita que produz a consciência, aquele
instrumento de libertação que fica adormecido dentro da maioria de nós e só
pode ser despertado pela educação boa, a educação que incomoda, a educação que
gera os conflitos que fazem essa consciência despertar de seu sono letárgico na
maioria das pessoas.
(Texto de João Batista Freire, professor da
Unicamp)
08 outubro 2013
Atração Fatal
COISAS QUE SE ATRAEM SEM ESFORÇO NENHUM:
Pobre e funk;
Pobre e funk;
Olhos e
bunda;
Mulher e vitrines;
Homem e cerveja;
Mulher e vitrines;
Homem e cerveja;
Bebedeira e
mulher feia;
Segundas-feiras
e sono;
Chifre e dupla sertaneja;
Carro de bêbado e poste;
Chifre e dupla sertaneja;
Carro de bêbado e poste;
Político e
dinheiro público;
Tampa de caneta e orelha;
Moeda e carteira de pobre;
Tampa de caneta e orelha;
Moeda e carteira de pobre;
Tornozelo e
pedal de bicicleta;
Sextas-feiras
e cervejaaaaaa...
Leite fervendo e fogão limpinho;
Dedinho do pé e ponta de móveis;
Camisa branca e molho de tomate;
Tampa de creme dental e ralo de pia;
Café preto e toalha branca na mesa;
Dezembro na TV Globo e Roberto Carlos;
Chuva e carro trancado com a chave dentro;
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico.
Leite fervendo e fogão limpinho;
Dedinho do pé e ponta de móveis;
Camisa branca e molho de tomate;
Tampa de creme dental e ralo de pia;
Café preto e toalha branca na mesa;
Dezembro na TV Globo e Roberto Carlos;
Chuva e carro trancado com a chave dentro;
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico.
Assinar:
Postagens (Atom)

























