Claudio Vieira de Oliveira, 37 anos, é portador de uma deficiência rara conhecida como artrogripose
congênita. Nascido com a
cabeça totalmente virada para baixo, Claudio foi condenado a morte pelos
médicos ainda no hospital, em Monte Santo, na Bahia, quando ainda era um bebê.
Mesmo com limitações, o brasileiro se tornou um exemplo de superação. Os
movimentos que a maioria das pessoas faz com as mãos, Claudio faz com a ajuda
da boca. Além disso, ele usa sapatos especiais que facilitam sua locomoção. Com
o apoio da família, Claudio frequentou a escola normalmente e graduou-se pela
Universidade Feira de Santana. Hoje, ele é palestrante motivacional. “Ao
longo de minha vida, aprendi a adaptar meu corpo ao mundo”, declarou em entrevista
ao Daily Mail.
03 setembro 2014
01 setembro 2014
Lanterninha
E por que “lanterna”?
No Brasil, desde
os anos 50, o último colocado, de qualquer competição ou eleição, é chamado de
“lanterna” ou “lanterninha”.
E não só no futebol, mas sim em todas as
competições, seja no mundo esportivo ou até nas disputas eleitorais, quando o
menos votado é também “iluminado” pelo último lugar.
É que a saudosa
“A Gazeta Esportiva”, a bíblia esportiva de ontem, às segundas-feiras,
publicava em sua última página a classificação do Campeonato Paulista na forma
de uma composição ferroviária.
Nos trilhos,
eram estilizados a locomotiva e mais 19 vagões, todos identificados por cada
clube participante na ordem de classificação por “pontos perdidos” e não por
“pontos ganhos”.
O empate valia
um ponto e a vitória dois e não três como hoje.
A locomotiva era
sempre o Santos, o líder.
E o “lanterna”, comumente, era o Jabaquara.
Então a
estilizada composição ferroviária tinha, mais ou menos na ordem de Santos (a
locomotiva), Palmeiras (o primeiro vagão), São Paulo (o segundo), Ferroviária (o
terceiro), Corinthians (o quarto) e assim por diante até o último vagão, o
vagão do Jabaquara, o 19º e último.
E neste último
vagão, como até hoje nos trens do mundo, havia as duas escadas laterais e,
acima da porta de entrada e saída, uma luminária, um farolete ou uma… lanterna!!!
Daí a
criatividade do povo, batizou de “lanterna” ou de “lanterninha” todo e qualquer candidato de qualquer competição que tenha ficado ou que
hoje fique na incômoda derradeira posição.
24 agosto 2014
Meu Louco Amor
x (Amado Batista)
Além do teu olhar
O que mais pode haver
Se não posso te amar
O que mais vou querer
O que mais pode haver
Se não posso te amar
O que mais vou querer
x Você sempre foi um show
x Que atraiu minha canção
x Mais eu sei que sempre estarei,
x Que atraiu minha canção
x Mais eu sei que sempre estarei,
x Na solidão
Amor, meu grande amor
Por que fez isso?
Por que deixou meu mundo triste?
Eu hoje sei, que você não me quer
Por que fez isso?
Por que deixou meu mundo triste?
Eu hoje sei, que você não me quer
x Amor, meu louco amor
x Não te mereço
x Mais vou pagar um alto preço
x Pra nunca mais amar outra mulher
x Não te mereço
x Mais vou pagar um alto preço
x Pra nunca mais amar outra mulher
Além da minha dor
O que mais pode haver?
Quem vai me compensar
A falta de você?
O que mais pode haver?
Quem vai me compensar
A falta de você?
x Bastaria um gesto seu
x Pra acalmar meu coração
x Mais eu sei que sempre estarei
x Pra acalmar meu coração
x Mais eu sei que sempre estarei
x Na solidão
22 agosto 2014
Caráter de Ouro
Guilherme Murray tem 12 anos e está disputando o Campeonato Panamericano de Esgrima
pelo Brasil, em Aruba, no Caribe, numa categoria, espada, dois anos acima de
sua idade.
Hoje ele foi eliminado nas oitavas de final.
Perdeu de 10 a 9.
Mas só porque quis.
Ele ganharia o jogo.
O árbitro deu o toque em favor dele.
O Guiga foi ao
árbitro e disse que havia um engano, que ele não havia tocado o adversário.
O árbitro tirou-lhe o ponto.
O menino deixou as
pessoas impressionadas com seu espírito olímpico.
Um garoto, no meio dos grandes, que poderia estar entre os oito
melhores da América, vai ao árbitro, comunica o erro e é eliminado da prova por
sua atitude, ao recusar um ponto que não era dele.
Também fruto dos
ensinamentos de ética no esporte que os Mestres Régis Trois, Ricardo Ferazzi e
Carla Evangelisti professam na sala de esgrima do Club Athletico Paulistano.
Antes de formarem atletas, se preocupam em formar pessoas de
caráter.
Hoje Guilherme
Murray, campeão brasileiro, sul-americano, e de tantos outros torneios
nacionais e internacionais, saiu de Aruba mais campeão do que nunca.
(Por Juca Kfouri)
18 agosto 2014
Barbeiragem
Um motorista de 85 anos
"estacionou" o carro na piscina no quintal de sua casa em Altadena,
no estado da Califórnia, Estados Unidos, depois que prendeu o sapato nos pedais
do veículo. O carro ficou
totalmente submerso, mas o motorista conseguiu sair antes e
não ficou ferido.
Segundo as autoridades, também não havia
ninguém na piscina no momento do acidente.
16 agosto 2014
Éder Aleixo
Éder Aleixo de Assis
nasceu em Vespasiano-MG, no dia 25 de maio de 1957.
Começou sua carreira em 1975 no América Mineiro, como ponta esquerda. Após se
transferir para o Grêmio, foi comprado por um dos rivais do Coelhão: o Atlético
Mineiro. Lá permaneceu a maior parte de sua carreira, e lhe rendeu convocações
para a Seleção Brasileira durante muitos anos.
Hoje morando em Pimenta-MG, defronte a um lago de Furnas, Éder
simplesmente um dia abandonou um jogo em pleno andamento e sem ordens do
treinador Jair Pereira.
O Galo dele, em 1991, jogava pelo Campeonato Mineiro em
Pouso Alegre.
Logo de cara Éder fez Galo 1 a 0 e em seguida o Pouso
Alegre empatou.
Dez minutos depois ele desempatou: 2 a 1!
Mas de novo o Pouso Alegre empatou.
Mais cinco minutos e Éder fez 3 a 2.
Só que em seguida o Pouso Alegre cravou 3 a 3!
Saiu a bola, e do meio-campo, no chamado “gol que o Pelé
jamais conseguiu fazer”, Éder encobriu o goleiro fazendo 4 a 3 para o Galo.
Abraçado por todo o time, ele se desvencilhou de seus
companheiros e… foi embora!
Alegação: “essa nossa defesa não presta…”.
O treinador Jair Pereira ficou pê da vida, houve uma multa
que Éder nunca pagou e o Galo venceu por 4 a 3.
Mas defesa ruim por defesa ruim, já pensaram se o Éder
estivesse naqueles 7 a 1 da Alemanha no Mineirão?
(Texto de Milton Neves)
14 agosto 2014
Maria Chuteira
Só depois de
duas segundas ele folgava – era a escala no time: de sol a sol, todos os dias.
Descanso às terças-feiras, somente, e
quinzenal: numa ele ficava lá, só a outra é que tirava, e era pra si, pros
amigos, pra bebida.
Eu sozinha.
A quarta, que dó, dia de jogo, e
quinta, de treino – mas estas eram justas.
Mas nem a
sexta pra mim?
Nem o sábado? Como é que faz?
E então de
novo domingo.
Claro, de jogo.
Ele de novo no
sol.
Um dia ele veio antes, no meio da
segunda semana.
O outro time
não foi, o treinador antecipou a folga.
Deu no que deu.
Uma tristeza.
Hoje ele nem joga mais.
E eu aqui,
sozinha, com esse filho que nem sei se é dele.
(Texto de Luiz
Guilherme Piva)
12 agosto 2014
Paizão Orgulhoso
Quatro amigos se encontraram
em uma festa, após 25 anos sem se ver. Alguns drinques aqui, bate-papo dali, e
um deles resolve ir ao banheiro. Os que ficaram falaram sobre os filhos.
O
primeiro disse:
- Meu filho é meu orgulho. Ele começou a trabalhar como office-boy, estudou, formou-se em administração de empresas, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu uma Ferrari para ele.
O outro disse:
- Nossa, que beleza! Mas o meu filho também é um grande orgulho para mim. Ele começou trabalhando como entregador de passagens. Estudou e formou-se piloto. Foi trabalhar em uma grande empresa aérea. Resolveu entrar de sociedade na empresa e hoje ele é o dono. Ele ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu um avião de presente para ele.
O terceiro falou:
- Nossa, parabéns! Mas o meu filho também ficou muito rico. Ele estudou e formou-se em engenharia. Abriu uma construtora e deu tão certo que ficou milionário. Ele também deu um super presente para um amigo que fez aniversário: um apartamento de luxo!
O amigo que havia ido até o banheiro chegou e perguntou:
- Qual é o assunto?
- Estamos falando do grande orgulho que temos de nossos filhos. E o seu? O que ele faz?
- Não posso dizer que ele é meu grande orgulho: sai com tudo quanto é homem, é cabeleireiro e maquiador, mas devo admitir que é um grande sortudo. Sabe que ele fez aniversário e ganhou um apartamento, um avião e uma Ferrari de presente?
- Meu filho é meu orgulho. Ele começou a trabalhar como office-boy, estudou, formou-se em administração de empresas, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu uma Ferrari para ele.
O outro disse:
- Nossa, que beleza! Mas o meu filho também é um grande orgulho para mim. Ele começou trabalhando como entregador de passagens. Estudou e formou-se piloto. Foi trabalhar em uma grande empresa aérea. Resolveu entrar de sociedade na empresa e hoje ele é o dono. Ele ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu um avião de presente para ele.
O terceiro falou:
- Nossa, parabéns! Mas o meu filho também ficou muito rico. Ele estudou e formou-se em engenharia. Abriu uma construtora e deu tão certo que ficou milionário. Ele também deu um super presente para um amigo que fez aniversário: um apartamento de luxo!
O amigo que havia ido até o banheiro chegou e perguntou:
- Qual é o assunto?
- Estamos falando do grande orgulho que temos de nossos filhos. E o seu? O que ele faz?
- Não posso dizer que ele é meu grande orgulho: sai com tudo quanto é homem, é cabeleireiro e maquiador, mas devo admitir que é um grande sortudo. Sabe que ele fez aniversário e ganhou um apartamento, um avião e uma Ferrari de presente?
07 agosto 2014
Palito
Um senhor já com
mais de setenta anos, rico, depois de cinquenta anos, resolve voltar anônimo à
sua distante e diminuta cidade de nascença.
Nunca mais ele
voltara. Recentemente, dera uma olhada no Google Earth, mas a foto era borrada
– como ocorre com os lugares desimportantes.
Foi de avião até a
capital, de carro até o hotel da cidade próxima, e de ônibus e roupa comum no
último trecho. Andou pelas ruas conhecidas. Viu casas e semblantes familiares.
Percebeu que ninguém o conhecia. Nem os mais velhos – os quais ele identificava
perfeitamente.
Viu que sua antiga
casa e as vizinhas deram lugar a uma espécie de praça, com um campo de terrão
onde, meio-dia, o sol de quarenta graus, homens, rapazes e meninos jogavam
bola.
Apertou os olhos pra
distinguir as jogadas na poeira. Sentou-se na lanchonete.
Daí a pouco, fim de
jogo, os mais velhos – pouco mais novos que ele – vieram tomar cerveja. Ele
ficou ouvindo.
Até que a conversa –
como todos os domingos – concentrou-se no Palito. “Que jogador!”. “Nunca houve
nem haverá nenhum igual!”.
Eles contam e
recontam entre si que o time local, durante o período em que o centroavante
magro e alto jogara, dos dezesseis aos vinte anos, ganhara tudo. Era um
assombro.
“E aquela vez que
fez o gol de falta do meio da rua?!”. “E a goleada dos quatro gols de cabeça?!”.
Batera o recorde de gols e vitórias na redondeza. Enchia de gente pra ver os
jogos. “Lembram quando ele jogou machucado? Mancando, deu um corte no volante e
bateu no ângulo?!”. O narrador se levanta e imita os movimentos do Palito.
O dono do bar para
pra ouvir. Os meninos ficam em volta. “Na idade de vocês”, um deles fala pros
moleques, “ele era o nosso ídolo”.
Ele respira,
sorrindo, contido. Enche o peito.
“Sumiu. Novo ainda.
Ninguém sabe pra onde. Nem a família sabia. Até que mandou buscar todo mundo.”
Silêncio. Ele cofia
as sobrancelhas suadas. Bebe a água engasgando.
“Ele era um espanto!
Aqui nunca houve ninguém igual. Nem doutor, nem empresário, nem nada. Quem é
daquela época daria tudo pra revê-lo, saber o que houve, contar e recontar os
jogos fantásticos.”
Ele se levanta.
Hesita um pouco. Alisa os cabelos. Olha pra turma. Eles fazem um meneio de
cumprimento com a cabeça.
Sai andando até a
praça. Sorri.
Não era ele, óbvio.
Nunca jogara futebol na vida.
Mas concluiu que
daria tudo o que tinha pra ser o Palito.
(Texto de Luiz
Guilherme Piva)
05 agosto 2014
Capitalismo
O Capitalismo no mundo:
Capitalismo ideal: você tem duas vacas, vende uma, compra um touro e
multiplica o rebanho, vende o rebanho, se aposenta e vive de renda!
Capitalismo americano: você tem duas vacas, vende uma, força a outra produzir leite por quatro e fica espantado quanto ela morre!
Capitalismo francês: você tem duas vacas e faz greve porque você teria direito a três!
Capitalismo japonês: você tem duas vacas, faz enxerto nas duas para que produza vinte vezes mais leite e depois faz um game chamado vaquemon e vende para o mundo todo!
Capitalismo inglês: você tem duas vacas, mas as duas são loucas!
Capitalismo holandês: você tem duas vacas, porém elas não gostam de touros, vivem juntas e tudo bem!
Capitalismo alemão: você tem duas vacas que produzem leite da melhor qualidade e na hora certa, na quantidade exata, e caso isso não ocorra elas são executadas, mas na verdade eles queriam é criar porcos para fazer salsichas!
Capitalismo russo: você tem duas vacas, ou melhor 15, ou melhor 18, não, na verdade são 22, não... você para de contar e abre uma garrafa de vodka e pronto!
Capitalismo suíço: você não tem vaca, mas cobra para guardar as vacas dos outros e ainda produz o melhor chocolate ao leite do mundo!
Capitalismo cubano: você tem duas vacas, uma é estatizada e outra foge para Miami!
Capitalismo chinês: você tem duas vacas pirateadas e tem 300 chineses tirando leite em regime de trabalho escravo!
Capitalismo indiano: você tem dois milhões de vacas, mas não pode tirar leite porque elas são sagradas!
Capitalismo brasileiro: você tem duas vacas, inscreve uma no Bolsa Família, outra no Fome Zero e passa a viver de renda!
(Texto de Carlos A. Tripolli)
Capitalismo americano: você tem duas vacas, vende uma, força a outra produzir leite por quatro e fica espantado quanto ela morre!
Capitalismo francês: você tem duas vacas e faz greve porque você teria direito a três!
Capitalismo japonês: você tem duas vacas, faz enxerto nas duas para que produza vinte vezes mais leite e depois faz um game chamado vaquemon e vende para o mundo todo!
Capitalismo inglês: você tem duas vacas, mas as duas são loucas!
Capitalismo holandês: você tem duas vacas, porém elas não gostam de touros, vivem juntas e tudo bem!
Capitalismo alemão: você tem duas vacas que produzem leite da melhor qualidade e na hora certa, na quantidade exata, e caso isso não ocorra elas são executadas, mas na verdade eles queriam é criar porcos para fazer salsichas!
Capitalismo russo: você tem duas vacas, ou melhor 15, ou melhor 18, não, na verdade são 22, não... você para de contar e abre uma garrafa de vodka e pronto!
Capitalismo suíço: você não tem vaca, mas cobra para guardar as vacas dos outros e ainda produz o melhor chocolate ao leite do mundo!
Capitalismo cubano: você tem duas vacas, uma é estatizada e outra foge para Miami!
Capitalismo chinês: você tem duas vacas pirateadas e tem 300 chineses tirando leite em regime de trabalho escravo!
Capitalismo indiano: você tem dois milhões de vacas, mas não pode tirar leite porque elas são sagradas!
Capitalismo brasileiro: você tem duas vacas, inscreve uma no Bolsa Família, outra no Fome Zero e passa a viver de renda!
(Texto de Carlos A. Tripolli)
03 agosto 2014
Esperança
Baseado em um estudo sobre o mundo atual...
* Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar,
100 casais planejam ter um filho.
* Para cada corrupto, existem 8 mil doadores de sangue.
* Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas.
* Para cada tanque de guerra fabricado no mundo, são produzidos 130 mil bichos de pelúcia.
* Na internet, a palavra AMOR tem mais resultados de busca do que MEDO.
* Para cada arma que se vende no mundo, 20 mil pessoas compartilham uma leitura da bíblia.
* Existem razões para acreditar...
* Porque os bons são a MAIORIA!
* Para cada corrupto, existem 8 mil doadores de sangue.
* Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas.
* Para cada tanque de guerra fabricado no mundo, são produzidos 130 mil bichos de pelúcia.
* Na internet, a palavra AMOR tem mais resultados de busca do que MEDO.
* Para cada arma que se vende no mundo, 20 mil pessoas compartilham uma leitura da bíblia.
* Existem razões para acreditar...
* Porque os bons são a MAIORIA!
#
01 agosto 2014
Assinar:
Postagens (Atom)


























