19 setembro 2014

Timemania

Prêmios de 7 acertos na Timemania(Cidade do Ganhador)
01) 352 R$ 26,5 milhões (Set/2012; São Paulo-SP)
02) 628 R$ 22,0 milhões (Set/2014; São Gonçalo dos Campos-BA)
03) 552 R$ 16,6 milhões (Mar/2014; São Paulo-SP)
04) 585 R$ 13,9 milhões (Jun/2014; Curitiba-PR)
05) 141 R$ 11,4 milhões (Set/2010; Americana-SP)
06) 241 R$ 10,6 milhões (Ago/2011; Morada Nova-CE)
07) 069 R$ 09,9 milhões (Jun/2009; Brumado-BA)
08) 427 R$ 09,6 milhões (Mai/2013; São Paulo-SP)
08) 427 R$ 09,6 milhões (Mai/2013; Sumaré-SP)
10) 098 R$ 08,0 milhões (Jan/2010; Cambuquira-MG)
11) 373 R$ 08,0 milhões (Dez/2012; São Paulo-SP)
12) 016 R$ 07,8 milhões (Jun/2008; Salvador-BA)
13) 270 R$ 07,6 milhões (Dez/2011; Belo Horizonte-MG)
14) 172 R$ 07,1 milhões (Dez/2010; Goiânia-GO)
15) 203 R$ 06,8 milhões (Abr/2011Recife-PE)
16) 299 R$ 06,4 milhões (Mar/2012; São Bernardo do Campo-SP)
17) 479 R$ 05,4 milhões (Set/2013; Curitiba-PR)
18) 029 R$ 04,4 milhões (Set/2008Santo André-SP)
19) 458 R$ 03,9 milhões (Ago/2013Pedro Teixeira-MG)
20) 492 R$ 03,2 milhões (Out/2013; Cuiabá-MT)
21) 504 R$ 02,5 milhões (Nov/2013Oriximiná-PA)
22) 035 R$ 01,7 milhãox (Out/2008; Euclides da Cunha-BA)
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17 setembro 2014

O Troco

Um milionário, de passagem por São Paulo, entra no luxuosíssimo restaurante e senta no piano bar.
Chama o Chef, pede uma dose de uísque Royal Salute e reserva uma mesa para jantar.
Após a quarta dose indica ao Chef que irá para a mesa, sendo atendido prontamente.
Sentado, consultando o menu sem preços, se surpreende quando o Chef, em pé ao seu lado diz:
- Doutor, é política da casa informar aos clientes o valor das contas separadas da mesa, no seu caso a do piano bar: sua despesa foi de R$ 0,60.
- Acho que houve um engano. Eu tomei quatro doses de Royal Salute.
- Com todo o respeito, nós nunca nos enganamos: quatro doses a 0,15 centavos cada dá exatamente 0,60 centavos.
- Tudo bem, não quero discutir, vamos à comida, anote, por favor...
- Sim senhor. O que gostaria de comer?
- De entrada, eu quero caviar da Ucrânia com lentilhas finlandesas; depois Salmão da Escandinávia com recheio de gengibre sul-africano e batatas inglesas douradas em queijo de cabras francesas. Ah! E para beber, um Rotchilld safra 1891.
- Ótima escolha Doutor, mas cabe a mim como chef, alertá-lo que isso ficará um pouco caro.
- Olha amigo, primeiro eu não perguntei o preço e, segundo, estou achando que isso aqui é uma casa de malucos, mas já que você quer, fale.
- Pois não Doutor, o seu pedido vai ficar em R$ 9,50.
- Você está querendo me sacanear? Cadê o dono dessa espelunca?
- Está lá em casa com a minha mulher.
- E o que é que ele está fazendo em sua casa com a sua mulher?
- O mesmo que eu estou fazendo aqui com o restaurante dele...
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13 setembro 2014

O Drible

Quando o Pelé deu aquele drible no Mazurkiewicz, ninguém notou, mas, pouco antes de ele chutar a bola, houve uma milimétrica, ou nanométrica, ou milinanométrica alteração do eixo do Universo, fenômeno que só ocorre (segundo alguns cientistas) a cada 13,7 bilhões de anos.
Ou seja: desde o Bing Bang, foi a única vez que ele ocorreu.
Só recentemente os cientistas descobriram o fato. E quando constataram que o deslocamento se dera pouco antes das 18h de 17 de junho de 1970, vasculharam todo o noticiário do dia, de todos os países, para ver se havia registro de algo diferente.
Espantaram-se ao ver que, com a exatidão de nanossegundos, ou nanomilissegundos, o tremor imperceptível, que deu uma ajeitadinha invisível no Universo, coincidia com o momento em que Pelé girou o corpo e chutou a gol.
E mais: só conseguiram medir o deslocamento do eixo universal mensurando a trajetória da bola – e viram que, sem que ninguém percebesse, ela saiu de sua rota certeira uns nanomilímetros e foi pra fora em vez de ir para a rede.
Os mesmos nanomilímetros do deslocamento do Universo.
Além do espanto com grandiosa descoberta científica, os cientistas catalogaram a coincidência entre os dois movimentos.
Nada ainda veio a público – eu, hã-hã, tenho minhas fontes – por conta de uma grande polêmica que divide a equipe de pesquisadores.
Terá o deslocamento infinitesimal do Universo sido a causa de o chute não ter entrado? Ou terá o movimento de Pelé ao executar o drible e virar o corpo em alta velocidade causado o movimento do Universo?
O pessoal que defende a primeira tese só terá comprovação daqui a 13,7 bilhões de anos – claro, se ainda houver alguma coisa nessas bandas do Universo. Já a turma da segunda tese acha que, a qualquer momento, assim que algum atleta, de qualquer esporte, realizar movimento igual àquele do Pelé, ocorrerá de novo o mesmo deslocamento.
Cá entre nós: se a segunda tese estiver correta, sabem quando isso vai acontecer?
Nunca.
(Texto de Luiz Guilherme Piva, autor de “Eram todos camisa dez”)

11 setembro 2014

Loira de Sorte

A Loira no Cassino
Uma loira muito sensual entrou num cassino, trocou dez mil dólares por fichas e dirigiu-se à mesa da roleta. Lá chegando, anunciou que apostaria todo o seu dinheiro e que acertaria os números em um único lance. E, fitando os dois empregados responsáveis pela roleta, acrescentou: 
- Olha, espero que vocês não se importem, mas tenho mais sorte quando estou toda nua... 
Dito isto, ela se despiu completamente, e depois colocou as fichas todas sobre a mesa. Inteiramente abestalhado, o "croupier" acionou a roleta. Enquanto esta girava, a loira cantava:
- Mãezinha precisa de roupas novas... mãezinha precisa de roupas novas... 
Assim que a roleta parou, ela começou a dar grandes pulos e a gritar:
- Ganhei!! Ganhei!! Que Maravilhaaaa!! Ganheeeiii!!... 
Ela então abraçou e beijou cada um dos croupiers. Em seguida debruçou-se sobre a mesa e recolheu todo o dinheiro e as fichas. Vestiu-se rapidíssimamente e se mandou. Os croupiers se entreolharam boquiabertos. Finalmente, um deles, voltando a si, perguntou: 
- No quê que ela apostou, você viu? 
E o outro: 

- Eu não... Pensei que você estivesse olhando...
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Moral da história: Nem toda loira é burra, mas homem é sempre homem...

09 setembro 2014

Casinha

Se você reservasse R$ 1 milhão para investir em alguma propriedade, tem ideia de como ela seria? Provavelmente imaginou um lugar maior do que a "menor casa do mundo", que está à venda na parte norte de Londres, por 275 mil libras. O espaço tem o tamanho de uma garagem.
A casa em miniatura fica na Richmond Avenue, localizada em um bairro nobre da cidade, e tem apenas um cômodo de 17 metros quadrados. O comprador não poderá convidar muitos amigos, já que o espaço conta com somente uma cozinha e prateleiras que servem de escadas para uma cama.
Na casinha há espaço para pia, eletrodomésticos, armários, uma pequena mesa para dois lugares, além da cama. O banheiro é quase do tamanho de um guarda-roupa.
O agente imobiliário que vende a casa a descreve como "única". "É, possivelmente, a menor casa do mundo", afirmou. "Acabou de ser erguida e colocada no mercado".

07 setembro 2014

Parada

- Põe o Parada.
- Quê?!
- Por que não?
O apelido vinha da sua data de nascimento: 7 de setembro. Quando pequeno, era feriado, tinha desfile, festinha, presentes. Nos ombros do pai, batendo palma. Banda, cavalos, canhões, soldados, balas, umbelas, brilhos, bolos, embrulhos.
Um dia de aeiou! E ainda tinha os parabéns!
Nunca deixou de ir. De primeiro, desfilando pela escola, às vezes no repique. Depois, na calçada, na ponta dos pés, numa janela, andando entre as pessoas, seguindo as tropas.
Em casa, era sagrado, de manhãzinha:
- Mãe, vou pra parada!
Ela já sabia. E se orgulhava.
Nunca teve problema no time. Era terceiro reserva. Podia faltar.
- Dia 7 não posso, professor.
O professor já sabia. Mas não ligava. Ele nunca jogaria mesmo. Só numa catástrofe.
Era o caso agora. Titular e reserva machucados. O volante, que podia cobrir, expulso, outro com três cartões, o juvenil tinha viajado.
- O Parada?
Beque central ainda por cima. Magro, baixo, mas era onde sempre treinou.
Gostava. Achava mais imponente. Sentia-se ornado, cheio de ombreiras, galardões, medalhas e espadas, chefiando o território da grande área, comandando os laterais e o quarto-zagueiro.
Isso no infantil, nas peladas, no juvenil.
No time de cima, só treinava o físico. No coletivo ficava olhando.
Queriam dispensá-lo. Mas, caramba, o Parada era do bem. Deixa ele aí.
Uma hora ele desiste.
Mas não. E agora a situação. Sem ele, não tinha zaga pra jogar. E o jogo era que dia?
Dia 7 de setembro.
- Professor, …
- Parada, …
- … domingo …
- … precisamos …
- … não p …
- … de você na zaga!
A cabeça dele rodou. Titular? Sim. No duro? Sim. Desde o início? Sim. Vai ter foto do time antes do jogo? Sim. Braços cruzados? Sim.
A cabeça rodando. Os pratos. As cornetas. Os taróis. A grama, a grande área, a organização da tropa defensiva e do contra-ataque.
Mas – e o desfile, o aniversário, os parabéns?
Não tinha mais os ombros do pai, mas os brigadeiros que a mãe fazia, mas o bolo, mas era o dia das trompas, do apito, mas era o aniversário, o almoço, mas era dia de fitas, das fardas, de fotos, de festa e desfrute.
- De capitão, professor?
- Não, Parada. De capitão não dá.
Rodou quarteirões a pé. Chutando pedrinhas. Pensativo, cabeça baixa. Mas feliz: “que sorte! – se ele me dá a faixa de capitão, eu ia perder o desfile”.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)

05 setembro 2014

03 setembro 2014

Superação

Claudio Vieira de Oliveira, 37 anos, é portador de uma deficiência rara conhecida como artrogripose congênita. Nascido com a cabeça totalmente virada para baixo, Claudio foi condenado a morte pelos médicos ainda no hospital, em Monte Santo, na Bahia, quando ainda era um bebê. Mesmo com limitações, o brasileiro se tornou um exemplo de superação. Os movimentos que a maioria das pessoas faz com as mãos, Claudio faz com a ajuda da boca. Além disso, ele usa sapatos especiais que facilitam sua locomoção. Com o apoio da família, Claudio frequentou a escola normalmente e graduou-se pela Universidade Feira de Santana. Hoje, ele é palestrante motivacional. “Ao longo de minha vida, aprendi a adaptar meu corpo ao mundo”, declarou em entrevista ao Daily Mail.

01 setembro 2014

Lanterninha

E por que “lanterna”?
No Brasil, desde os anos 50, o último colocado, de qualquer competição ou eleição, é chamado de “lanterna” ou “lanterninha”.
E não só no futebol, mas sim em todas as competições, seja no mundo esportivo ou até nas disputas eleitorais, quando o menos votado é também “iluminado” pelo último lugar.
É que a saudosa “A Gazeta Esportiva”, a bíblia esportiva de ontem, às segundas-feiras, publicava em sua última página a classificação do Campeonato Paulista na forma de uma composição ferroviária.
Nos trilhos, eram estilizados a locomotiva e mais 19 vagões, todos identificados por cada clube participante na ordem de classificação por “pontos perdidos” e não por “pontos ganhos”.
O empate valia um ponto e a vitória dois e não três como hoje.
A locomotiva era sempre o Santos, o líder.
E o “lanterna”, comumente, era o Jabaquara.
Então a estilizada composição ferroviária tinha, mais ou menos na ordem de Santos (a locomotiva), Palmeiras (o primeiro vagão), São Paulo (o segundo), Ferroviária (o terceiro), Corinthians (o quarto) e assim por diante até o último vagão, o vagão do Jabaquara, o 19º e último.
E neste último vagão, como até hoje nos trens do mundo, havia as duas escadas laterais e, acima da porta de entrada e saída, uma luminária, um farolete ou uma… lanterna!!!
Daí a criatividade do povo, batizou de “lanterna” ou de “lanterninha” todo e qualquer candidato de qualquer competição que tenha ficado ou que hoje fique na incômoda derradeira posição. 

24 agosto 2014

Meu Louco Amor


Amor, Meu Louco Amor
x (Amado Batista)
Além do teu olhar
O que mais pode haver
Se não posso te amar
O que mais vou querer
x Você sempre foi um show
x
Que atraiu minha canção
x
Mais eu sei que sempre estarei,
x Na solidão
Amor, meu grande amor
Por que fez isso?
Por que deixou meu mundo triste?
Eu hoje sei, que você não me quer
x Amor, meu louco amor
x
Não te mereço
x
Mais vou pagar um alto preço
x
Pra nunca mais amar outra mulher
Além da minha dor
O que mais pode haver?
Quem vai me compensar
A falta de você?
x Bastaria um gesto seu
x
Pra acalmar meu coração
x
Mais eu sei que sempre estarei
x Na solidão

22 agosto 2014

Caráter de Ouro

Guilherme Murray tem 12 anos e está disputando o Campeonato Panamericano de Esgrima pelo Brasil, em Aruba, no Caribe, numa categoria, espada, dois anos acima de sua idade.
Hoje ele foi eliminado nas oitavas de final.
Perdeu de 10 a 9.
Mas só porque quis.
Ele ganharia o jogo.
O árbitro deu o toque em favor dele.
O Guiga foi ao árbitro e disse que havia um engano, que ele não havia tocado o adversário.
O árbitro tirou-lhe o ponto.
O menino deixou as pessoas impressionadas com seu espírito olímpico.
Um garoto, no meio dos grandes, que poderia estar entre os oito melhores da América, vai ao árbitro, comunica o erro e é eliminado da prova por sua atitude, ao recusar um ponto que não era dele.
Também fruto dos ensinamentos de ética no esporte que os Mestres Régis Trois, Ricardo Ferazzi e Carla Evangelisti professam na sala de esgrima do Club Athletico Paulistano.
Antes de formarem atletas, se preocupam em formar pessoas de caráter.
Hoje Guilherme Murray, campeão brasileiro, sul-americano, e de tantos outros torneios nacionais e internacionais, saiu de Aruba mais campeão do que nunca.
(Por Juca Kfouri)

18 agosto 2014

Barbeiragem

Um motorista de 85 anos "estacionou" o carro na piscina no quintal de sua casa em Altadena, no estado da Califórnia, Estados Unidos, depois que prendeu o sapato nos pedais do veículo. O carro ficou totalmente submerso, mas o motorista conseguiu sair antes e não ficou ferido.
Segundo as autoridades, também não havia ninguém na piscina no momento do acidente.