03 novembro 2016

Sem Taça

Maiores jejuns de Títulos:
Internacional, 8 anos
(do Gaúcho 1961 até o Gaúcho 1969)
Atlético Mineiro, 11 anos
(do Mineiro 1915 até o Mineiro 1926)
Cruzeiro, 11 anos
(do Mineiro 1945 até o Mineiro 1956)
Fluminense, 12 anos
(do Carioca 1924 até o Carioca 1936)
Flamengo, 12 anos
(do Carioca 1927 até o Carioca 1939)
Vasco, 12 anos
(do Carioca 1958 até o Carioca 1970)
São Paulo, 13 anos
(do Paulista 1957 até o Paulista 1970)
Grêmio, 14 anos
(do Gaúcho 1932 até o Gaúcho 1946)
Palmeiras, 17 anos
(do Paulista 1976 até o Paulista 1993)
Santos, 20 anos
(do Paulista 1935 até o Paulista 1955)
Botafogo, 21 anos
(da Taça Brasil 1968 até o Carioca 1989)
Corinthians, 23 anos
(do RJ-SP 1954 até o Paulista 1977)
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01 novembro 2016

Jogo de Cena

Você pode não acreditar. Mas vou te contar como foi.
Quando começou a chover, estava três a zero pra eles. Três bobeiras nossas – um timinho fraco daqueles, juntado no bairro, não tinha como vencer o nosso.
A gente joga junto há um tempão. Você sabe. Não tem roça, várzea, e até estádio mesmo, da região em que a gente não tenha jogado. E bem: estávamos invictos havia meses.
Mas foram três bobeiras em dez minutos.
Fomos pra cima, pra massacrar.
Aí começou a chuva. Mas não começou fraquinha e depois aumentou. Não. Foi uma pancada só, de uma vez. Uma enxurrada forte, grossa, desabando do céu.
Parecia um basculante, não, mil basculantes de areia entornando a carga em cima do campo.
Sumiu quase tudo da visão. A terra embaixo virou barro, lama, poça, pântano. Cada passo afundava a perna até a canela.
Mas a gente seguiu. Parar significaria derrota.
Só que a chuva, a inundação, o mangue, tudo piorava rapidamente.
Alguém deles gritou e pediu pra parar. Do nosso lado gritaram que não. Que o jogo seguiria. Jogo é pra homem, parar é coisa de maricas, essas coisas.
Mas nem era jogo mais. Era uma andança de zumbis no meio do nada, se arrastando sem saber pra onde, caindo, enchendo a cara de barro, engolindo sujeira espessa, os olhos e as orelhas entupidas daquela gosma.
Nem se via mais a bola. Na verdade, nem se sabia se ela ainda estava em campo. Ninguém sabia de nada.
Foi aí que alguém gritou: “Quem tá com a bola?”.
Ninguém respondeu.
Juro que não sei como, nem pensei antes de falar, mas resolvi gritar: “Tá comigo!”.
“Onde?”
Eu jogava na frente, e tinha ficado lá quando a chuva começou.
“Aqui, na área, vou fazer o gol!”
“Faz logo, faz logo!”.
“Gol!”, gritei. “Gol!”
Escutei meu time vibrar. O outro time começou a reclamar um com o outro: “Por que não marcou direito? Volta pra ajudar! Ô, frangueiro, vai entregar, vai?”.
Vi que dava certo. Comecei a comandar: “Pessoal, vamos virar!”.
A chuva agora era mais do que areia. Era cimento, pedra, cal, tijolo, nos soterrando debaixo de um pesadelo de muitos andares. Todo mundo se movendo a esmo, quase surdos com a barulheira das chicotadas da chuva, os pés afundando, os esguichos, o movimento movediço de alucinados cegos na escuridão encharcada.
Mantive a voz: “Isso, Matozin, ali na direita, o Sossô tá livre! Boa! Cruza, Sossô, tô desmarcado! Beleza, bolão! Gol! Gol!”
Meu time percebeu, claro. E entrou no jogo. Cada um cantava sua jogada: “Vai, Pirão! Cobre a esquerda, Zeto! Lança pro Jungo, rápido!”. Era eu: “Gol! Gol! Gol!”.
Vibração. Gritaria.
O time deles, que estava se xingando sem parar, percebeu. Quer dizer, um deles percebeu e gritou: “Três a três! Quem fizer ganha!”.
Animados com o domínio da situação, topamos: “Vamos lá. Quatro acaba.”
Aí é que ocorreu o que eu não esperava. Rapidamente, no meio do barulho dos pés no barro, do estrondo da catarata que se despedaçava nas nossas cabeças, o carinha deles gritou: “Pênalti! Pênalti!”.
“O quê?”, gritei.
“Me puxaram na área, rasgaram minha camisa. É pênalti!”
Fiquei atordoado. Meu time também. Ninguém falava nada.
Não podíamos duvidar. Tentei pensar em alguma coisa, mas não deu tempo. O cara anunciou: “Vou bater!”. Nosso goleiro, no embalo, mandou: “Pode vir! Pode bater!”.
Bom, aí se deu a confusão. O jogador deles começou a comemorar alto: “Gol! Gol! Gol!”. Mas, junto com ele, nosso goleiro, no mesmo tom, dizia: “Peguei! Peguei! Peguei!” E se puseram a discutir aos berros. “Pegou nada, é gol, tá lá dentro!” “Peguei sim, olha a bola na minha mão!”
Todo mundo passou a se xingar, mas sem se ver, sem ver nada, falando e gesticulando no escuro, como se os olhos estivessem virados pra dentro, como se estivéssemos debaixo da terra, no fundo do mar, dentro de uma caverna ou de um poço.
Então a chuva começou a diminuir.
Foi se diluindo, enfraquecendo, aliviando, a claridade se insinuando no meio dela, invadindo o campo – e de repente explodiu: abriu os olhos de todos, o dia se escancarou, tudo estava claro, amarelo, branco, a luz quente do sol nas cabeças.
E o que se viu foi todo mundo completamente enlameado, como se usássemos armaduras, com os pés fundos na lama, alguns deitados, outros sentados, meia dúzia fora do campo, agarrados a uma árvore.
Conferimos, contamos. Todos estavam lá.
Menos a bola. Demoramos a achá-la, depois de escavar o campo todo.
Bom, e o jogo?
Ninguém passou recibo.
Ninguém falou nada.
Era como se tudo de fato tivesse acontecido.
Mas havia a questão do pênalti. Entrou ou o goleiro pegou?
Quem tocasse no assunto desmontaria tudo. A farsa estaria desfeita.
Raciocinei rápido. Eram três gols inventados pra nós e um só pra eles. Valia a pena. E nosso time era muito melhor. Propus: “Pessoal, quatro a três. Agora que tá sol, vamos queda de cinco?”.
Todo mundo topou.
Mas não deu.
Nosso goleiro não aceitou de jeito nenhum.
Ficou indignado.
Juntou suas coisas e saiu reclamando: “Peguei o pênalti, caramba! Peguei. E vocês dão gol?”. Parados, nós o vimos se afastar tirando a lama do rosto e do corpo.
De longe ele ainda se virou e gritou: “Defendi, entenderam? Defendi o pênalti! Se quiserem, joguem sozinhos!”.
E foi embora.
Aí, lógico, não deu mais. Acabou o jogo.
Foi assim que perdemos.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)

25 outubro 2016

23 outubro 2016

Sem Tapete

O Fluminense sem o STJD é como...
Romeu sem Julieta
Isolda sem Tristão
Dona Flor sem Vadinho e Theodoro
É Sinatra sem voz
Paulinho sem Viola
Rio de Janeiro sem Cristo Redentor
Paris sem torre
Londres sem pub
Franca sem basquete
Hortência sem mira
Dostoievski sem editor
Goiabada sem queijo
Guga sem sorriso
Temer sem golpe
Rembrandt sem dedo
Claudinho sem Bochecha
Pizza sem ketchup
Caruru sem quiabo
Acarajé sem vatapá
Elvis e Trump sem topete
Rita Cadillac sem bunda
Fonte:

21 outubro 2016

19 outubro 2016

Vira Casaca

Indignação foi o mínimo. Teve agressão verbal, ameaça de linchamento, caras viradas, ofensas na internet.
- Mudou de time?
- Ficou louco?
- Tá de brincadeira?
- Vá to…
Ele nem aí. Resolveu. Apareceu na rua da vila, sábado de manhã, com a camisa do maior adversário. Sentou-se no boteco, como sempre. Os amigos riram, perguntaram se era trote, se era aposta, o que era.
- Nada. Mudei de time.
Todos sempre torceram para o time que agora ele abandonava. Iam aos jogos. Eram sócios. Filiaram-se à torcida organizada. Álbuns, camisas, bandeiras, cartões de crédito, até a latinha de cerveja. Depois do espanto, certificaram-se de que era sério. Houve um empurra-empurra barulhento, cadeiras levantadas, o pessoal da rua teve que intervir.
Ele se sentou de novo, sozinho. O pessoal foi embora olhando pra trás, vendo-o no bar com a camisa odiada.
Um deles não se aguentou. Quis correr de volta pro bar, com raiva. Os outros o detiveram. Ele, com lágrimas, vermelho, o pescoço inflado de veias, gritava:
- Não tá feliz, muda de sexo, porra! A gente aceita! Mas de time, não! Pelo amor de Deus!
Domingo a mesma coisa. Ele, na janela, vendo todos o apontarem.
Pôs a camisa adversária e foi pro bar.
Outro corre-corre. Ligaram pro dono ameaçando pôr bomba no estabelecimento. Preocupado, o garçom pediu a ele que se retirasse.
Ele parou na porta, fumou, alisou a camisa e seguiu pra casa.
Durante a semana, só silêncios e agressões virtuais.
Na sexta à noite, a mulher o procurou.
- Vou embora.
- Quê?
- Vou embora. Encontrei outra pessoa.
- Outra pessoa? Que história é essa?
- …
- Seu ex-namorado?
- Não.
- O cara da autoescola? Eu vi ele se jogando em cima de você durante a aula.
- Não.
- …
- É a Cleide.
- Como a Cleide?!
- A Cleide. Do salão.
- A Cleide é mulher! Tá doida?
- Não. É do que eu gosto. Sempre desconfiei. Assumi.
- De mulher? Você gosta de mulher?
- Gosto. A Cleide também. Resolvemos morar juntas.
Ela saiu e ele ficou atônito.
Não dormiu.
No sábado cedo apareceu no bar com a camisa do antigo time. Os amigos olharam, se aproximaram devagar, perguntaram, foram se certificando, até terem certeza.
Deram-se um abraço enorme.
- É assim que se fala!
- Ê, companheiro!
- Sempre unidos!
- Brinda aqui!
- Quase nos matou com essa doideira!
Sentaram-se. No silêncio dos goles aproveitou e disse.
- Mas tem uma coisa.
O olhar de todos, mãos nos copos, copos nas bocas.
- Vou mudar de sexo.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)

17 outubro 2016

Mané Garrincha

O ANJO DE PERNAS TORTAS
(Vinícius de Moraes)
A um passo de Didi, Garrincha avança
Colado o couro aos pés, o olhar atento
Dribla um, dribla dois, depois descansa
Como a medir o lance do momento,
Vem-lhe o pressentimento; ele se lança
Mais rápido que o próprio pensamento,
Dribla mais um, mais dois; a bola trança
Feliz, entre seus pés – um pé de vento!
Num só transporte, a multidão contrita
Em ato de morte se levanta e grita
Seu uníssono canto de esperança.
Garrincha, o anjo, escuta e atende: – Gôooool!
É pura imagem: um
G que chuta um O
Dentro da meta, um
L. É pura dança!

15 outubro 2016

Boca do Gol

Primeiro foi um cordão de ouro. Ele chegou pra jogar, na mesma bicicleta de sempre, e a corrente reluzia no pescoço.
Aquilo era uma roça, o campo esburacado, com tufos de capim, formigueiros, barranco na lateral. Eram pedreiros, chapas, balconistas, entregadores, marceneiros, desempregados. Que raio de cordão era aquele? Mas ninguém perguntou.
Depois, o relógio. Brilhava no sol, e todo mundo olhando.
Ele trocava de roupa atrás do muro, empacotava tudo num saco, amarrava e deixava no canto da trave adversária, mudando de lado depois do intervalo: centroavante, sempre via onde estava o embrulho.
Mais um tempo, chegou de moto. Uma cinquentinha zero. Espanto, dúvidas, inveja. O ronco, o cheiro de nova, a fumacinha no cano.
E por que não perguntavam?
Uma, porque ele era enorme, forte, carrancudo. Só sorria quando metia gol: o teclado falho, cheio de bemóis.
Outra, por isso mesmo: ele fazia muitos gols. Todo jogo era um, dois, três. E isso garantia a cerveja e o bicho que o patrocinador do time (um empresário que fora pobre e jogara nos mesmos campos na juventude) pagava no final.
E continuou: um dia, depois do gol, sorriu e os dentes estavam todos lá, brancos, brancos, com as cintilações das obturações de ouro.
E roupas, sapatos, óculos escuros, perfume, pulseira, anéis – tudo amarrado no pacote ao lado do gol.
Durante a semana, nem emprego direito ele tinha: fazia bico de todo tipo, por conta própria ou pros outros. Sempre meio sujo, desarrumado, calado, sozinho no puxado de amianto e taipa.
Só no domingo o mistério. E o silêncio.
Até que chegou de carro! Um Corcel azul claro, seminovo, com vidro fumê e rádio AM/FM, pneu com faixa branca, antena no teto.
Aí não deu pra segurar. O patrocinador o chamou no canto – temia que ele estivesse mexendo com droga, roubando, alguma encrenca.
Perguntou. Ele não respondeu.
Pressionou. Ele calado.
Deu o ultimato: “Ou explica ou está fora do time!”.
Os jogadores em volta. Temiam perder o artilheiro, mas também já estavam desconfiados com que rolo ele estaria se metendo.
Ele já tinha trocado de roupa e guardado os pertences – agora era uma malinha de mão, de couro.
Virou-se, botou de novo a roupa, entrou no carro e sumiu.
Nunca mais apareceu nos jogos nem na cidade.
O time nunca mais venceu.
E o patrocinador nunca mais viu sua esposa.
Aliás, dentista.
(Texto de Luiz Guilherme Piva)

13 outubro 2016

PEC 241


PEC - Proposta de Emenda Constitucional

11 outubro 2016

Teias

=As leis são teias de aranha pelas quais as moscas grandes passam e as pequenas ficam presas=
Honoré de Balzac (1799-1850), político e escritor francês.

09 outubro 2016

Artificial

Zezonhão era manco. Perdeu o pai cedo. Tinha aquele cuspe grosso, de empoçar o terrão. Lateral esquerdo.
Jucanço, alto, cabeça oca. Nunca viajou. Gostava de canja e de zona. Goleiro.
Lubinito ainda é açougueiro. Aprendeu espanhol. Fedia como um sarnento e não falava nada. Centroavante.
Nhê era espírita e faxineiro. A voz fininha, fininha. Vinha de carroça, dando milho na estrada. Meio-campo.
Minínu ninguém sabia de onde era. Bebeu raticida quando a mulher se foi, mas deu sorte. Branquelo. Tocava gaita. Zagueiro.
São os que sobraram. Um dia, no caminhão que tombou, morreram seis. O time acabou.
Às vezes se veem por acaso, na quermesse, luzinhas chinesas, pastéis, cachaça, funk, gritos. Mas se evitam, afastam-se, sozinhos.
Não era nada. Um timinho de jogar aos domingos nas roças que durou algum tempo. A maioria nem se lembra.
Um ou outro, bem mais velho, é que, quando os vê por ali, nas barracas, fala de partidas, vitórias, derrotas. O Lubinito, de esquerda…. Teve uma vez um clássico…. No ângulo, no ângulo! – e o Jucanço pegou!. Um que eu não lembro o nome, que espanava tudo….
Mas, quando estouram os rojões, todos param pra ver a chuva de cores e de fumaça – e o assunto acaba.
Assim como o time.
Como os fogos.
Como a vida.
E como este texto.
De repente.
Texto de Luiz Guilherme Piva, autor de “Eram todos camisa dez” (Editora Iluminuras).

07 outubro 2016

Portuguesas

LOJA DE SAPATOS
O Manuel foi, na segunda-feira, a uma loja de sapatos. Escolheu, escolheu e acabou se decidindo por um par de sapatos de cromo alemão.
O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-o:
- Senhor, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.
- Não tem problema. Eu só vou usá-los no domingo que vem.
NO SEXO
- Manuel, você gosta de mulher com muito seio?
- Não, pra mim dois já tá bom.
NO TRABALHO
Conversa entre o empregado e o chefe, ambos portugueses:
- Chefe, nossos arquivos estão superlotados, posso jogar fora os que tem mais de 10 anos?
- Sim, mas antes tire uma cópia de todos.
NO CHUVEIRO
Manuel está tomando banho e grita para Maria:
- Ô Maria, me traz um shampoo.
E Maria lhe entrega o shampoo. Logo em seguida, grita novamente:
- Ô Maria, me traz outro shampoo.
- Mas eu já te dei um agorinha mesmo, homem!
- É que aqui está dizendo que é para cabelos secos e eu já molhei os meus.
INFORMATIZADO
Manoel Joaquim dos Santos, nascido em Trás-dos-Montes, no extremo bem extremo Leste de Portugal, ganhou seu primeiro lápis de colocar na orelha quando tinha 2 anos. Aos 15 anos, já no primário, ganhou sua primeira caneta-tinteiro de orelha. Aos 32 anos, descobriu que caneta também servia para escrever.
Hoje, já informatizado, está com orelha de abano, por causa do peso do mouse...
SORTE
O português vê uma máquina de Coca Cola e fica maravilhado.
Coloca uma fichinha e cai uma latinha. Coloca 2 fichinhas e caem 2 latinhas. Coloca 10 fichas e caem 10 latinhas. Entusiasmado, ele vai ao caixa e pede 50 fichas.
Diz então o caixa:
- Desse jeito, o senhor vai acabar com as minhas fichas!
- Não adianta, eu não paro enquanto estiver ganhando.
SEGREDOS
O português passava em frente a um chaveiro quando viu uma placa:
'Trocam-se segredos'. Parou abruptamente, entrou na loja, olhou para os lados e cochichou para o balconista:
- Eu sou gay, e você?!
SOCIEDADE
Vocês sabem porque sociedade entre portugueses sempre dá certo?
Porque um rouba do outro e deposita na conta conjunta!
DOIS BASTAM
- Você sabe quantos portugueses são necessários para afundar um submarino?
- Dois. Um bate na porta, o outro abre!
SELF-SERVICE
- Como é restaurante por quilo de português?
- O cliente é pesado na entrada e na saída.
NO SUPERMERCADO
- Por que o português, cada vez que compra uma caixa de leite, abre-a ali mesmo, no supermercado?
- Porque na caixa está escrito: 'Abra aqui'.
EXAME LABORATORIAL
Maria, a mulher do Manuel, foi fazer exame de fezes e colocou a latinha com o conteúdo do exame em cima do balcão.
A recepcionista solicitou:
- Dá prá senhora colocar o nome, por favor?
A lusitana não hesitou e escreveu: MERDA.
NO GINECOLOGISTA
Maria vai ao ginecologista reclamando que não consegue engravidar.
- Por favor, tire a roupa e deite-se naquela maca - diz o médico, preparando-se para examiná-la.
E ela, indecisa:
- Mas, doutor! Eu queria tanto que o filho fosse do meu Manuel!
RELAÇÃO SEXUAL:
- Senhor Manoel, acha que sua esposa faz sexo com o senhor por amor ou por interesse?
- Só pode ser por amor, ô pá. Ela nunca mostrou o menor interesse.